Lightyear e Psicologia: o que a continuação de Toy Story nos ensina

Equipe Eurekka

Em junho de 2022, chegou aos cinemas o filme Lightyear, cuja história é sobre o herói Buzz Lightyear, que originou o brinquedo de Andy. Apesar de não ter ido bem na bilheteria, Lightyear e Psicologia andam lado a lado.

A história do filme traz ideias preciosas para você trabalhar com os pequenos – e até com você mesmo. Por isso, continue lendo para descobrir cinco aprendizados a partir do filme!

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Disney | Pixar | Divulgação

Quando se passa o filme Lightyear?

O filme Lightyear é o que podemos chamar de um filme dentro de um filme. No universo de Toy Story, existia um filme de astronautas muito famoso, chamado Lightyear. 

Neste filme, a estrela era Buzz Lightyear, astronauta renomado. Foi este personagem que deu origem aos bonecos de Buzz Lightyear, que Andy tem desde o primeiro filme.

Portanto, o filme se passa antes dos acontecimentos de Toy Story, como uma história encenada, e não como fatos reais dentro do universo de Toy Story. Entendeu?

Lightyear tem o segundo pior desempenho comercial da Pixar

Sendo o primeiro filme da Pixar depois de muito tempo parados, era de se esperar que batesse recordes. No entanto, acabou sendo o segundo pior filme da Pixar na questão de bilheteria. Só Dois Irmãos conseguiu ir tão mal em lucro. 

Foi só na primeira dezena de julho que o filme conseguiu chegar à marca de US$200 milhões em bilheteria mundial. Ou seja, quase um mês depois da estreia. Além disso, esperava-se que, na primeira semana, o filme rendesse US$70 milhões, mas acabou trazendo só US$50 milhões na bilheteria.

Alguns fatores podem ter influenciado negativamente o filme, como a estreia de Minions, fenômeno mundial, em uma data muito próxima.

De qualquer forma, a junção de Lightyear e Psicologia traz questões muito interessantes de pensarmos. Por isso, convidamos você a conferir cinco pontos psicológicos da trama!

Divulgação | Pixar

Lightyear e Psicologia: o que o filme nos ensina?

Apesar de não ter caído nas graças dos telespectadores, o filme tem muitas lições importantes. Por isso, é uma ótima forma de abordar alguns conceitos com os pequenos ou com você mesmo. Como, por exemplo:

1.Aceite seus próprios erros

No filme, Lightyear comete um erro por teimosia e orgulho, e faz com que vários astronautas fiquem presos em um outro planeta. A partir desse momento, Buzz tenta, de forma incansável, arrumar a nave para que todos voltem para a Terra.

Apesar do motivo nobre, ele não aceita ajuda e, além disso, não aceita a situação como um todo. Os astronautas passam a morar em outro planeta e conviver bem, mas ele não se encaixa nessa vida nova, focando todas as suas energias em fazer a nave ficar pronta para retornar.

Por isso, é um ótimo momento para trabalhar a questão da aceitação, ou seja, lidar com os fatos como eles são e aceitar quando erramos.

2.Você não precisa estar sempre certo

Como já dissemos antes, Buzz é orgulhoso, teimoso, egocêntrico e não aceita a ajuda de ninguém. Essa é sua personalidade antes mesmo de cometer o erro com a nave. Isso faz com que ele queira estar sempre certo, o que é um grande problema.

Convivendo com outras pessoas, é preciso saber a hora de parar. Ou seja, é vital dar espaço para que os outros falem e coloquem suas ideias na roda. Nem sempre a nossa própria ideia é a melhor para aquela situação.

Por isso, Lightyear vai aprendendo ao longo do filme que ele não precisa estar sempre certo. E mais do que isso: entende que tomar as rédeas sempre faz com que ele seja responsável por tudo, não só pelos méritos, mas pelos fracassos também.

Este é um fardo enorme, que ninguém deve carregar sozinho. Quando dividimos os pesos das escolhas, compartilhamos as vitórias e as derrotas, o que torna tudo mais leve!

3.O luto é inevitável

No filme, cada vez que Lightyear usa uma velocidade altíssima para a nave funcionar, ele perde muitos anos naquele planeta. Ou seja: enquanto para ele se passaram minutos, no planeta em que estão presos, passaram-se anos. 

As pessoas crescem, formam famílias, envelhecem e morrem, tudo isso em um período que para Buzz Lightyear não foi mais do que uma hora. Embora ele ignore isso por muito tempo, chega uma hora em que ele fica baqueado com essa situação.

Isso nos mostra que o luto é inevitável. Além disso, não estamos falando só da perda de pessoas. Buzz também sofre o luto de quem perdeu sua vida na Terra e de quem não aceita que pode viver naquele novo planeta.

Durante todos os anos em que Buzz tenta consertar a nave, o resto da tripulação aceita a vida naquele planeta e vive feliz e saudável. Enquanto ele nega isso, está fugindo desse luto também.

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4.Aceite a ajuda dos amigos

Por fim, Buzz faz amizades no planeta quando precisa de ajuda para derrotar o vilão, Zurg. Mas demora muito até que ele aceite que essas pessoas podem ser seus amigos e que eles podem ser de grande ajuda na missão.

E, nessa parte, Lightyear e Psicologia se unem para mostrar que, quando somos teimosos, é comum que a gente queira tudo do nosso jeito, sem deixar que o outro opine ou participe. Contudo, como já falamos antes, isso faz com que tudo fique mais pesado e difícil.

Dividindo as tarefas, há mais chances de dar tudo certo, pois você não fica sobrecarregado e os outros podem se especializar em suas partes, com foco e determinação. O trabalho em equipe bem feito faz com que as missões se concluam de forma efetiva!

5.Cuidar da saúde mental é essencial

No filme, depois de um evento traumático, Buzz Lightyear ganha Sox, um gato robô. Este robô é parte do protocolo de saúde mental para tripulantes: é uma companhia diária para manter o astronauta bem. E, diga-se de passagem, traz as cenas mais fofas e engraçadas do filme!

Buzz nega a presença do gato por algum tempo, até que se afeiçoa a ele. Este é um ótimo exemplo da força que a terapia pode exercer em nossa vida. Mesmo relutante no começo, Sox não desiste do seu dono e está lá para ajudá-lo como for preciso.

Além disso, o fato de ser um protocolo é muito importante. Isso mostra que a empresa de Lightyear se importa com o bem-estar dos tripulantes. Aliás, ter um pet e, com isso novas responsabilidades, é um fator de segurança e prevenção à depressão. Mandou bem!

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Você percebeu que muitas questões que envolviam os problemas do Buzz tinham a ver com ele próprio e com como ele lidava com as situações? É por isso que a terapia é uma ótima aliada para tornar tudo mais leve.

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